segunda-feira, 21 de março de 2011

Sapatinhos de Inverno

Olá, pessoal!

Não resisti e hoje adquiri meus sapatinhos de inverno!!!

Comprei uma botinha de cano e salto baixos e também um sapato oxford fofíssimo, que dá pra usar tanto no inverno quanto no verão porque ele é furadinho! Sério, são super fofos, além de tendência!

A bota é essa aí em baixo e por um precinho super camarada R$179,90 mesmo sendo da coleção nova de inverno.



Comprei também este oxford lindinho, também por um precinho camarada R$149,90! Mas mesmo no site da Arezzo eu não encontrei a cor do meu (é vinho!), então peguei esta aqui que achei lindona!!! 




E ainda por último, este sim, uma verdadeira pechincha R$59,90 um tênis baixinho, super fofo da Mr. Cat e azulzinho, mas não encontrei fotos dele aqui na internet, então, logo faço uma produção e posto por aqui!!



That's it!!!

E vocês, já compraram seus sapatinhos de inverno?

Beijo beijo.

sábado, 12 de março de 2011

Cartola, no moinho do mundo

Você vai pela rua, distraído ou preocupado, não importa. Vai a determinado lugar para fazer qualquer coisa que está escrita em sua agenda. Nem é preciso que tenha agenda. Você tem um destino qualquer, e a rua é só a passagem entre sua casa e a pessoa que vai procurar. De repente estaca. Estaca e fica ouvindo.

Eu fiz o ninho.
Te ensinei o bom caminho.
Mas quando a mulher não tem brio,
é malhar em ferro frio.

Aí você fica parado, escutando até o fim o som que vem da loja de discos, onde alguém se lembrou de reviver o velho samba de Cartola; Na Floresta (música de Sílvio Caldas).

Esse Cartola! Desta vez, está desiludido e zangado, mas em geral a atitude dele é de franco romantismo, e tudo se resume num título: Sei Sentir. Cartola sabe sentir com a suavidade dos que amam pela vocação de amar, e se renovam amando. Assim, quando ele nos anuncia: “Tenho um novo amor”, é como se desse a senha pela renovação geral da vida, a germinação de outras flores no eterno jardim. O sol nascerá, com a garantia de Cartola. E com o sol, a incessante primavera.

A delicadeza visceral de Angenor de Oliveira (e não Agenor, como dizem os descuidados) é patente quer na composição, quer na execução. Como bem me observou Jota Efegê, seu padrinho de casamento, trata-se de um distinto senhor emoldurado pelo Morro da Mangueira. A imagem do malandro não coincide com a sua. A dura experiência de viver como pedreiro, tipógrafo e lavador de carros, desconhecido e trazendo consigo o dom musical, a centelha, não o afetou, não fez dele um homem ácido e revoltado. A fama chegou até sua porta sem ser procurada. O discreto Cartola recebeu-a com cortesia. Os dois convivem civilizadamente. Ele tem a elegância moral de Pixinguinha, outro a quem a natureza privilegiou com a sensibilidade criativa, e que também soube ser mestre de delicadeza.

Em Tempos Idos, o divino Cartola, como o qualificou Lúcio Rangel, faz o histórico poético da evolução do samba, que se processou, aliás, com a sua participação eficiente:

Com a mesma roupagem
que saiu daqui
exibiu-se para a Duquesa de Kent
no Itamaraty.

Pode-se dizer que esta foi também a caminhada de Cartola. Nascido no Catete, sua grande experiência humana se desenvolveu no Morro da Mangueira, mas hoje ele é aceito como valor cultural brasileiro, representativo do que há de melhor e mais autêntico na música popular. Ao gravar o seu samba Quem Me Vê Sorrir (com Carlos Cachaça), o maestro Leopold Stockowski não lhe fez nenhum favor: reconheceu, apenas, o que há de inventividade musical nas camadas mais humildes de nossa população. Coisa que contagiou a ilustre Duquesa.

* * *

Mas então eu fiquei parado, ouvindo a filosofia céptica do Mestre Cartola, na voz de Sílvio Caldas. Já não me lembrava o compromisso que tinha de cumprir, que compromisso? Na floresta, o homem fizera um ninho de amor, e a mulher não soubera corresponder à sua dedicação. Inutilmente ele a amara e orientara, mulher sem brio não tem jeito não. Cartola devia estar muito ferido para dizer coisas tão amargas. Hoje não está. Forma um par feliz com Zica, e às vezes a televisão vai até a casa deles, mostra o casal tranqüilo, Cartola discorrendo com modéstia e sabedoria sobre coisas da vida. “O mundo é um moinho...” O moleiro não é ele, Angenor, nem eu, nem qualquer um de nós, igualmente moídos no eterno girar da roda, trigo ou milho que se deixa pulverizar. Alguns, como Cartola, são trigo de qualidade especial. Servem de alimento constante. A gente fica sentindo e pensamenteando sempre o gosto dessa comida. O nobre, o simples, não direi o divino, mas o humano Cartola, que se apaixonou pelo samba e fez do samba o mensageiro de sua alma delicada. O som calou-se, e “fui à vida”, como ele gosta de dizer, isto é, à obrigação daquele dia. Mas levava uma companhia, uma amizade de espírito, o jeito de Cartola botar em lirismo a sua vida, os seus amores, o seu sentimento do mundo, esse moinho, e da poesia, essa iluminação.



quarta-feira, 2 de março de 2011

Feliz aniversário, Vô!

Hoje seria aniversário do meu avô Roque...

Não deu pra passar um dia normal, muito menos feliz, sem as preparações do seu aniversário, sem reunir a família.

Espero que o senhor esteja bem aonde quer que esteja.

O amor continua... eterno e incondicional!




 Foto do seu último aniversário...


ps.: Vô, fiz cupcakes!

terça-feira, 1 de março de 2011

Le Sac Brodé

Olá, pessoal!

Faz tempo que não passo por aqui, mas aconteceram muitas coisas, como a volta das aulas (Direito NÃO é fácil) e muito trabalho, ufa!

A minha dica de hoje a marca Le Sac Brodé, que tem como lema: "Mulheres e bolsas, companheiras inseparáveis!", com dois pontos físicos, um deles na Rua Augusta e outro no Shopping Pátio Higienópolis, agora a marca aposta em sua nova loja virtual, com bolsas vendidas exclusivamente através do mundo virtual.

As bolsas são incríveis e únicas, desenvolvidas pela artista Sandra Fukelmann.

Então, é isso pessoal: mais uma marca adere ao mundo virtual! 

Eu já tenho a minha Le Sac Brodé, e você?


Camila veste:

Blusa Regatão da Animô Atelier
Shorts Nike
Bolsa Le Sac Brodé
Relógio Champion
Óculos Imaginarium
Tênis All Star imundo